Se não fosse amor eu já teria desistido de nós. Não haveria planos, nem vontades, nem ciúmes, nem coração magoado. Se não fosse amor, não haveria desejo, nem o medo da solidão. Se não fosse amor não haveria saudade, nem o meu pensamento o tempo todo em você.
sábado, 18 de fevereiro de 2012
— Ela queria outra coisa.
— Que coisa?
— Nem ela sabia. Repetia isso o dia inteiro: “Quero outra coisa, eu quero encontrar outra coisa”.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
"Por razões que desconheço, nossas aproximações foram sempre pela metade. Interrompidas. Um passo para a frente e cem para trás. Retrocessos. Descaminhos. E me pergunto se, quem sabe um dia, na hora certa, nosso encontro pode acontecer inteiro."
"Andei/ando sentindo — imagine, que retrocesso emocional — CARÊNCIA AFETIVA. Das brabas. Passei uns três, quatro anos fazendo o tipo durona, dizendo coisas do tipo ai, amor? é coisa de extrema juventude, isso não existe. Não sei bem como, começou a doer, a faltar. Uma sede daquelas de comercial de Sprite no Saara lembra?"
[Caio Fernando e seus textos que, não raro, comprometem minhas filosofias!]
"Bom, feliz talvez ainda não. Mas tenho assim… aquela coisa… como era mesmo o nome? Aquela coisa antiga, que fazia a gente esperar que tudo desse certo, sabe qual? — Esperança? Não me diga que você está com esperança! — Estou, estou… "
“Vou ser feliz, sem me importar com o que isso irá causar aos outros… o importante é que não estou fazendo mal a ninguém, pelo contrário! Estou apenas enterrando as impurezas e toxinas da minha vida e deixando brotar uma bela e frutífera árvore.”