terça-feira, 8 de novembro de 2011

Dessa vez eu vou curtir, o paraíso já está à vista.. ; )



Eu aumento o volume da música, coloco meus discos para tocar, fecho o mundo lá fora até as luzes aparecerem. Talvez as luzes da cidade, talvez as árvores tenham sumido.. 
Sinto meu coração começar a bater com a minha música preferida e todas as crianças dançam, todas as crianças a noite toda, até que a segunda-feira de manhã pareça outra vida.

Eu aumento o volume da música. Dessa vez eu vou curtir, o paraíso já está à vista.. ; )

domingo, 6 de novembro de 2011

Sobre mim ²



É que às vezes eu acho injusto de mais ter que decidir meu futuro em tão pouco tempo. Como se não bastasse toda confusão mental e os problemas que trago comigo, que fazem parte de mim. Ah, os problemas.. esses ultimamente vem se apresentando sob as mais diversas formas e com uma multiplicidade absurda; Uma espécie de bombardeio sombrio (é, acho que isso define bem)... Mas vou tentando levar, um dia de cada vez, uma 'bomba' de cada vez e o restante... deixo na incerteza de sempre.

(Luíza Pachêco)

quinta-feira, 20 de outubro de 2011





- São tudo histórias, menino! A história que está sendo contada, cada um a transforma em outra, na história que quiser. Escolha, entre todas elas, aquela que seu coração mais gostar, e persiga-a até o fim do mundo. Mesmo que ninguém compreenda, como se fosse um combate. Um bom combate, o melhor de todos, o único que vale a pena. O resto é engano, meu filho, é perdição.


"Não sou pra todos. Gosto muito do meu mundinho. Ele é cheio de surpresas, palavras soltas e cores misturadas. Às vezes tem um céu azul, outras tempestade. Lá dentro cabem sonhos de todos os tamanhos.Mas não cabe muita gente.Todas as pessoas que estão dentro dele não estão por acaso. São necessárias."



Quando não houver saída
Quando não houver mais solução
Ainda há de haver saída
Nenhuma ideia vale uma vida...

Quando não houver esperança
Quando não restar nem ilusão
Ainda há de haver esperança
Em cada um de nós
Algo de uma criança...

Enquanto houver sol
Enquanto houver sol
Ainda haverá .. ♪

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

O Vendedor de Sonhos




"Sou apenas um caminhante que perdeu o medo de se perder, estou seguro de que sou imperfeito! Podem me chamar de louco, podem zombar das minhas ideias. Não importa! O que importa é que sou um caminhante que vende sonhos para os passantes. Não tenho bússola nem agenda, não tenho nada, mas tenho tudo. Sou apenas um caminhante à procura de mim mesmo."

O Mundo de Sofia



Sofia parou um instante no passeio de saibro. Tentou concentrar todo o seu pensamento no fato de existir, a fim de esquecer que um dia deixaria de existir. Mas não conseguia. No mesmo instante em que se concentrava no fato de existir, pensava também que um dia morreria. E o mesmo ocorria ao contrário: só quando sentiu intensamente que um dia desapareceria é que pôde entender exatamente o quanto a vida era infinitamente valiosa. E quanto maior e mais clara era uma face da moeda, tanto maior e mais clara se tornava a outra. Vida e morte eram os dois lados de uma mesma coisa.

Não se pode experimentar a sensação de existir sem se experimentar a certeza que se tem de morrer, pensou. E é igualmente impossível pensar que se tem de morrer sem pensar ao mesmo tempo em como a vida é fantástica.

Sofia lembrou-se de que sua avó dissera algo semelhante no dia em que soube de sua doença. — Só agora entendo o quanto a vida é rica — foram suas palavras.

Não era triste que a maioria das pessoas tivesse primeiro que ficar doente para só então entender o quanto a vida é bela?